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Eu fiquei tão indignada que ia escrever um mega texto falando sobre o que achei do livro: "Entre a Mente e o Coração" da autora Lycia Barros. Mas achei um texto no site Janela Literária Cristã, com o qual eu concordo em grau, número e gênero e isso me poupou de rasgar o verbo sobre essa obra.
Quando se fala sobre algo entre a mente e o coração, você logo imagina uma batalha árdua entre o certo e o errado, mas não é o que acontece nesta história, onde o errado prevalece o tempo todo, disfarçado de certo.
É penoso e muito triste ver os comentários de jovens cristãos que leram este livro e demonstram ter pouca ou nenhuma maturidade e discernimento espiritual, tomando esta obra como exemplo para suas vidas.
Em uma entrevista, a autora mostra que tem como inspiração a escritora norte-americana Francine Rivers, que na verdade é inspiração para quase todo mundo que resolve escrever ficção cristã. A diferença é que, numa história de Francine, como a conhecidíssima Amor de Redenção por exemplo, há realismo espiritual, há fé, há discernimento, há uso concreto da Palavra de Deus, portanto, mesmo que hajam cenas de sexo e violência, isso acaba sendo o de menos, diante da mensagem puramente redentora que o livro passa.
Infelizmente, muitos autores cristãos adotam a liberdade de incluir sexo e violência em seus livros ("já que a Francine Rivers pode, eu também posso") mas esquecem que, se estamos falando de ficção cristã, o foco é a Palavra, a Salvação, o Espírito. Não se pode confundir liberdade com libertinagem, e se aproveitar da situação para colocar a mensagem do evangelho em segundo plano.
Lendo entrevistas com Lycia Barros e Francine Rivers, fica evidente a diferença entre o ponto de vista de ambas:
Seu livro “A Bandeja” já foi considerado um “romance gospel”. Para quem ainda não conhece o gênero, o que isso significa? O que esperar de um romance assim?Lycia: Este é outro motivo pelo qual sou muito comparada com o autor Nicholas Sparks, pois sempre falamos de Deus em nossos livros. Na verdade, embora os dramas e romance sempre sejam os temas principais das minhas obras, sempre falo um pouco da importância de se ter uma vida espiritual. Acho que o jovem contemporâneo não pensa muito nisso, mas quando leem sobre o assunto, recebem as mensagens superbem. Recebo milhões de e-mails deles falando sobre como algum de meus livros os transformou de alguma maneira, isso é muito gratificante.
Qual a diferença entre um "escritor cristão" ou um cristão que escreva?
Francine: Um cristão que escreve pode tecer princípios cristãos na história, mas o trabalho pode se suportar quando esses elementos são removidos. Um escritor cristão é chamado a apresentar uma história que é toda sobre Jesus. O Senhor é o fundamento, a estrutura e a Escritura tem tudo a ver com a criação e o desenvolvimento dos personagens na história. Jesus é fundamental para o tema. Se você remove Jesus e os princípios bíblicos da novela, ela entra em colapso.
Agora acompanhe a crítica do site Janela Literária Cristã:
Entre a Mente e o Coração” conta uma história diferente do ponto de vista de Rico, aqui, ele aparentemente “se converte”, assim como no final de “A Bandeja” e começa a conversar com a chefe dos missionários, Ana. Os dois se apaixonam perdidamente e começam a viver uma história de amor. Até aqui não temos nenhum problema, certo? Mesmo ele sendo um recém-convertido, nada impeça que ele se apaixone pela missionária. O problema está exatamente na construção desse relacionamento, o que temo ser um tremendo mau exemplo para as moçoilas que deram 5 estrelas para essa história no Skoob (o que foi a maçante maioria e tenho esperanças de que não sejam cristãs), sem ao menos tentar refletir claramente sobre ela.
A questão é que esta resenha não é um apanhado julgador do caráter dos personagens e sim o fato dos mesmos envolverem doutrinas bíblicas para justificar suas atitudes, mesmo não estando corretas assim. Sendo mais clara, que bom exemplo podemos tomar com uma história de uma missionária que aceita a estadia na casa do sujeito pelo qual ela está fortemente atraída? A Bíblia é clara quando enfatiza que devemos fugir das tentações da mocidade e neste caso, morar na casa do homem que gosta antes mesmo do casamento não seria uma boa saída, certo?
Rico, apesar de se dizer convertido, ainda tinha pensamentos completamente mundanos na sua cabeça, afirmava claramente o quanto achava que o corpo de Ana era delicioso e que ela não iria se “entregar” facilmente como as outras (ele falava, sem ao menos mencionar a palavra “casamento”), assim como ele também vivia atiçando a garota que dormia várias noites ao seu lado, deitada em seu peito. O pior é que Ana, ao invés de se ligar e fugir dessa cilada, achava fofo e engraçado quando Rico soltava algumas cantadas sujas sem ao menos ter algum tipo de arrependimento disso. Eu tentei largar esses preceitos de lado porque acreditava que a história iria mostrar que eles estavam errados e que Rico precisava se firmar mais na fé igual aconteceu com Angelina, o que não foi o ocorrido. Seguimos até o final com a ideia de que tudo foi normal e justificável.
Outro detalhe absurdo é que os desejos de Rico eram descritos de forma muito detalhada, me lembrou inclusive alguns livros seculares que já li, livros que podem ser até eróticos. Ao mesmo tempo que tudo isso ocorria, o casalzinho ás vezes se amassava de um jeito que pegava fogo e mesmo assim, Ana continuava com suas missões (ou ela é inocente ou bem hipócrita, por Deus). Entre essas indas e vindas, Ana revela um segredo que não me surpreendeu, mas acho que serviu para as jovens suspirarem pela situação amorosa do casalzinho. Esse segredo aliás, foi um dos grandes motivos que impediram Ana de poder finalizar com seu querido parceiro, acredito que se não fosse isso, teria acontecido.
É preocupante tudo isso no meio cristão. Eu não me incomodaria se esse livro fosse secular, porém, ele tem vários ensinamentos e passagens cristãs sendo que os protagonistas em nenhum momento se comportavam como tal ou se arrependiam do que faziam. Ana se questionava se agia corretamente só no sentido de dizer que estava com Rico e ao mesmo tempo, com um segredo fatal que escondia, ou seja, nem para ser sincera ela servia. É muito perigoso você tentar inserir ensinamentos do Senhor e não dar exemplo do que eles mostram. Se ele protege o sexo apenas depois do casamento, por que diabos uma garota vai morar sozinha na residência do seu interesse amoroso? Onde está o vigiai ali? O livro fala de homossexualismo de forma natural também.
A obra tem uma narrativa muito bem desenvolvida e tecnicamente aceitável, porém, é uma tremenda bomba para qualquer jovem cristão. Você não deve se basear na história desse casal para sua vida, em nenhuma hipótese! Rico não é perfeito (como vi muitas resenhas afirmando) por amar a Deus e ser safado e bonitão! Ele apenas não se converteu da forma correta e NÃO AGE DE MANEIRA CERTA como um verdadeiro homem de Deus (igual o Dante). Estou bem triste e chateada, porque esperava MUITO dessa história, que ela fosse tão boa quanto a primeira, mas parece que a intenção da mesma era apenas chamar a atenção da mídia secular. Neste caso, era melhor ter feito uma obra secular do que colocar Deus no meio de tanta coisa errada.

Sem mais, o texto do site acima mencionado resume toda a minha opinião. Vamos vigiar!

E aí, pessoal? Como vai?
Essa é a primeira análise de filme de 2017, mas pra falar a verdade, eu não estou muito empolgada com ela. Kkkk.
Costumo assistir filmes no Youtube ou na plataforma cristã Univer. O filme em questão assisti no youtube e fiz questão de dar uma checada nos comentários, que estão bem divididos.
Os comentários mostram a realidade do filme, que é um tanto sem graça. Não é aquilo que você fala: poxa, que ruim. Mas também não é uma história que quando acaba você fica refletindo sobre ela por um tempo. Pelo menos eu não fiquei.
A história demora a engrenar e o começo é um tanto confuso. Eu quase desisti de assistir rsrs.
Os personagens não são cativantes, é difícil você conseguir se identificar com algum deles. Eu sei que o filme tentou mostrar que todos nós temos defeitos e devemos procurar corrigi-los, mas faltou algum elemento de persuasão para nos convencer a torcer pelos personagens. Faltou o "save the cat" kkk.
Para quem não sabe, "save the cat" é uma expressão usada pelos roteiristas para designar algum elemento literário/psicológico do texto que convença o público a se simpatizar com algum personagem, propositalmente direcionado pelo roteirista.
Se houve "save the cat" em Uma Prova de Fé, eu não percebi ou comigo não funcionou.
Outra coisa que não entendi foi o título. No idioma original (inglês) o filme se chama "Catching Faith", que seria algo relacionado ao futebol americano, tipo "agarrando a fé". Geralmente, muitas traduções de títulos não tem nada a ver com a história, mas nesse caso, acho que nem o título original combinou.
O que falta nessa história é foco, não se sabe se o tema principal é família, adolescentes, vizinhos invejosos ou tudo ao mesmo tempo. Na capa do DVD aparecem três personagens: a mãe, o filho e o treinador de futebol (que aparece em umas cinco cenas no máximo). Deu pra entender a confusão?
Muitas pessoas aclamaram o filme, tecendo elogios nos comentários, e ele realmente tem lá suas virtudes. Mas estou analisando pelo ponto de vista de alguém que estudou roteiro de cinema e psicologia do personagem.
Até as músicas atrapalharam mais do que ajudaram, transmitiam uma sensação de algo prescindível.
O lado bom do filme é que mostra algo que gosto muito: atitude vs. consequências, e isso fica bem claro lá. Cada escolha uma renúncia, o que se planta se colhe.
Bom, essa é minha opinião, quem quiser pode se arriscar a assistir.
Quando comecei a assistir esse filme, perguntei a mim mesma: para ou continua?
Nas primeiras cenas, sinceramente, achei que seria um filme chato. Até porque filme romântico não é muito a minha praia. Mas tenho que admitir que esse, de fato, me surpreendeu.
Não é aquele filme com pregações e cenas dentro da igreja, mas ainda assim é um filme cristão e de roteiro muito inteligente. As lições por ele transmitidas vêm de forma prática, com situações cotidianas e conflitos internos dos personagens.
Clay (Rik Swartzwelder) é um rapaz que tem uma má fama na pequena cidade onde vive. No passado ele aprontou muito, desrespeitando as mulheres de todas as formas possíveis, inclusive uma ex-namorada. Assim como o povo da cidade não esqueceu o passado de Clay, ele também não esquece e não se perdoa, achando que merece ficar sozinho o resto de sua vida. Mesmo havendo se convertido ao cristianismo e mudado suas atitudes, seu passado ainda lhe traz pensamentos negativos, dúvidas e acusações. E apesar de conhecer a Palavra de Deus (ele cita a passagem de 2Coríntios 5:17 que fala sobre a nova vida), Clay ainda não conseguiu se libertar de seus traumas e aceitar o perdão de Deus.
Por outro lado, temos Ambar (Elizabeth Roberts), uma moça que diz acreditar em Deus mas não praticar essa crença. Ela afirma não acreditar em toda a Bíblia e confessa não procurar seguir aquilo que agrada a Deus. Ela é livre, não costuma criar raízes nos diversos lugares que conheceu.
Clay defende um relacionamento amoroso puro, sem relação sexual antes do casamento e sem tirar proveito um do outro.
A pergunta é: como duas pessoas tão diferentes conseguirão manter este tipo de relacionamento e ainda por cima, nos dias atuais? Parece impossível, não é mesmo? E realmente o filme mostra todos estes agravantes com muito realismo.
A fotografia do filme é incrível e a edição perfeita, mas isso requer atenção do público. A atuação dos atores também é muito boa e convincente.
Uma curiosidade é que "À Moda Antiga" foi lançado quase que ao mesmo tempo em que se lançou "50 Tons de Cinza", foi uma forma de divulgar o amor puro e os princípios cristãos em um período em que aberrações sexuais estavam sendo banalizadas e encaradas pelo mundo todo como normais.
Recomendo o filme "À Moda Antiga", é uma reflexão inteligente para solteiros e casados de todas as idades.
1- Na ideia original, por volta de 2013, a história iria se chamar “Pai e Filha”. Mas o título ficou muito vago e por isso foi descartado, até mesmo como título provisório.

2- A ideia do título “Meu Coração de Criança” veio da música “Salva-me de Mim”, do cantor Beno César. A música é inclusive citada na história e inspirou também algumas falas dos personagens.

3- Uma das manias das crianças nos anos 90 era ir ao circo ver animais como elefantes, leões e macacos. Essa mania é citada com ênfase na história.

4- Quem prestar atenção nos detalhes vai notar a citação da Copa de 1994, as Olimpíadas de Atlanta em 1996 e o começo da circulação do Real como moeda nacional.

5-Super Trunfo, Pega Varetas e Mola Maluca são alguns dos brinquedos que aparecem na história e que eram moda nos anos 90.

6- Quando os personagens são pré adolescentes a história mostra que o que fazia sucesso na época eram as Spice Girls.

7- Na cena do Bungee Jumping, a orientação dada pela instrutora Elaine ao Maycon é verdadeira: iniciantes no esporte vão presos pela cintura e o peito, ficando meio sentados no fim do salto.

8- O capítulo “A Vida não tem lado B”, refere-se às falas do personagem Ricardo no mesmo capítulo, e também é uma homenagem às famosas fitas K7 dos anos 90.

9- Hipoteticamente, a fase adulta dos personagens ocorreria em torno do ano 2009.

10- O personagem Ricardo cita duas músicas na história, “Broken Wings”, do Mr Mister: “pegue suas asas quebradas e aprenda a voar de novo”. E “Life”, do Haddaway: “a vida nunca será a mesma, a vida está mudando...”
A propaganda estava enorme. A expectativa também. Eu era uma das pessoas que estavam super ansiosas para ver "Os Dez Mandamentos" no cinema. Ainda mais porque não pude acompanhar a novela, tudo seria novidade para mim.
Um pensamento que estava na minha cabeça antes de ver o filme era: com tanta propaganda e expectativa, esse filme não pode deixar a desejar, tem que fazer jus a tamanha divulgação.
Finalmente chegou o grande dia de ir ao cinema. Eu, meus familiares e amigos fomos na sessão do dia 30 de Janeiro, uma das primeiras, porque adquirimos os ingressos bem antecipadamente. Caso contrário, teríamos que aguardar por mais alguns dias, pois por mais um fim de semana já estava tudo esgotado aqui nos cinemas da minha região. Expectativa maior ainda.
Na sala de cinema, o que vi foi simplesmente surpreendente. Superou e muito todas as minhas expectativas. Realmente valeu a pena tanta propaganda e tanta espera para ver uma obra de tamanha qualidade, alavancando o cinema nacional, trazendo qualidade de Hollywood especialmente para as cenas de ação e de efeitos especiais.
Trilha sonora magnífica, atuação impecável de todos os atores e o melhor: a Fé muito bem representada em cada cena.
Como sou roteirista, não pude deixar de prestar atenção especificamente no texto e na edição, concluindo que Vivian de Oliveira (autora do texto) é merecedora de prêmios neste quesito. Ela soube dosar tudo perfeitamente. Não construiu cenas com discursos e pregações (como muitos pensaram erroneamente que veriam), mas transmitiu sutilmente a lição de superação do povo de Israel.
A cena onde o pai de Moisés transmite a ele a lição da semente de tamareira foi uma das mais fortes e impactantes, mesmo sendo uma cena simples. Falando em cenas, não posso deixar de frisar a abertura do mar vermelho e a chuva de pedras, que em nada deixaram a desejar comparadas a grandes obras do cinema mundial.
Nenhum erro de continuidade e o feito histórico de transformar uma novela de centenas de capítulos em duas horas de filme. Tiro o chapéu.
Não foi à toa que assisti o filme duas vezes kkk. E não é a toa que o sucesso de "Os Dez Mandamentos" tenha incomodado tanto aqueles que querem monopolizar todas as mídias no Brasil.
Mas o povo está descobrindo que há outras opções por toda a parte, não só na TV, mas nas salas de cinema também. Desde o índio até o morador de rua, desde o motoqueiro até a freira. Desde o ateu até o membro da Universal. A história mais impressionante (e verdadeira) já contada pôde chegar a todos. Sem distinção.
Amor de Redenção é um livro da escritora americana Francine Rivers, escrito há mais de vinte anos, mas que nunca torna-se desatualizado, até porque é uma história de época, retratando a corrida do ouro na Califórnia em 1850.
Fala da história de amor entre o fazendeiro Michael Hosea e a prostituta Angel, baseando-se na história bíblica de Oséias e Gômer.
Na minha opinião, este não é um livro para qualquer pessoa. As intenções da autora foram as melhores, mas a intenção do leitor também tem que ser. O objetivo principal da história foi mostrar o amor sacrificial do Senhor Jesus por cada um de nós, pecadores, e isto é visto na história pelo amor incondicional de Michael por Angel, mas o leitor tem que ter esta sensibilidade.
Resumo:
Angel tem uma infância terrível: o pai era casado e sua mãe era apenas a amante dele. O pai deixa claro que ela nunca deveria ter nascido. Aos oito anos, Angel já era uma pequena orfã e foi vendida para a prostituição. Sua adolescência se resumiu em abusos, violência e sucessivas perdas das poucas pessoas com quem se apegou.
Aos dezenove anos, ela foi vista por Michael Hosea, um homem de Fé, que imediatamente teve certeza que deveria se casar com ela, não por sua beleza, mas por um propósito divino.
Michael inicia então, uma terrível batalha para que Angel venha superar seus traumas e seu passado, mas ela simplesmente não quer lutar, quer apenas viver a mercê de seus pensamentos negativos.
O amor sacrificial de Michael, aliado a sua Fé inabalável em Deus, vão dando a ele forças para, no dia a dia, vencer os inimigos invisíveis de Angel e todo o preconceito de uma sociedade conservadora, que não acredita em redenção e recomeço.
Pontos positivos e negativos:
- A autora deixa claro que somente o amor não seria capaz de vencer uma batalha estritamente espiritual, isso só se torna possível com o uso da Fé.
- A autora mostra o que é o verdadeiro amor: aquele que sacrifica, que dá sem esperar receber nada de volta.
- O personagem Michael é um homem exemplar: íntegro, fiel e convicto. Mas não é perfeito. A história mostra que ele é um ser humano como qualquer outro, com defeitos e fraquezas.
- A autora descreve em diversas cenas o ato sexual, mas consegue fazer isso sem que fique vulgar ou apelativo. Ela consegue transmitir a mensagem de que Deus criou o sexo para ser algo prazeroso entre um casal casado, uma entrega total e expressão máxima do amor.
Deixa claro também que Deus não vê o sexo como pecado, desde que dentro do casamento, e também não apenas como prazer carnal, mas uma união completa e espiritual.
- Com tantos livros poluindo a mente das pessoas, transmitindo uma ideia errada sobre o sexo e o casamento, Amor de Redenção conseguiu mostrar a visão de Deus para este assunto.
- Ao ler o livro você aprende a ver as pessoas por dentro, entender suas atitudes como fruto de seu passado, e entende que a Salvação que o Senhor Jesus oferece é para todos.
Agora os pontos negativos:
- Angel ouve constantemente uma voz negativa em sua mente. Para um leitor mas esclarecido, fica claro que é a voz do diabo. Porém, na história, entendemos que é apenas a voz de Duke, um personagem malvado e sem escrúpulos.
- A personagem Miriam é um poço de emoções sem fundamento. Uma menina chorona e louca para casar, que, ao meu ver, não serve de exemplo para ninguém kkk. A autora tentou fazer com que os leitores se simpatizassem com essa personagem, mas no meu caso, não funcionou.
- Como disse no início, este não é um livro para qualquer pessoa. Angel era uma prostituta e, suas atitudes são mostradas em detalhes. A vida sexual entre ela e Michael também. Francine Rivers sabe descrever bem emoções e sentimentos. Mas um leitor desavisado, que está apenas em busca de simples emoção, pode ficar focado nisso, sendo que o foco da história é outro.
Considerações Finais:
Lendo Amor de Redenção vi que os personagens foram muito bem construídos. Francine Rivers realmente sabe do que está falando.
Algumas falas de Angel lembram muito os relatos de Andressa Urach em seu livro: Morri para Viver.
Um filme sobre o livro Amor de Redenção está sendo produzido nos Estados Unidos, com previsão de lançamento para o ano que vem. Há muitas especulações e muito mistério em torno dos atores do filme, mas por enquanto, o que está sendo mais cogitado é o ator Jim Caviezel como Michael Hosea.
Se você não está em busca de apenas emoção, mas de um livro que fala sobre o poder da Fé, o triunfo do amor e a visão que Deus tem para cada alma perdida, Amor de Redenção é uma boa pedida.

Vejam aqui o que a Cristiane Cardoso diz sobre Amor de Redenção:
http://blogs.universal.org/cristianecardoso/pt/primeiro-romance/


"Deus é bom em todo tempo. Em todo tempo Deus é bom."
Você que assistiu ao filme: "Deus Não Está Morto", com certeza conhece essa frase. E se é um cristão, é bem provável que tenha passado a usá-la mais após ter assistido ao filme.
Pois bem, mas o fato é que com a chegada dos problemas, das dificuldades, dos desertos que todos nós temos que atravessar, aos poucos essa frase vai caindo em descrédito na vida de muitos.
Você assiste o filme, vê as lutas e redenções dos personagens, e fica todo otimista, cheio de ânimo e vontade de gritar aos quatros ventos: "Deus é bom em todo tempo. Em todo tempo Deus é bom". Mas aí conforme os dias vão passando e você vai se desligando do filme e caindo na realidade, parece que a frase não faz mais efeito na sua vida.
Isso nada mais é do que fé emotiva. Isto é, uma fé circunstancial e que não funciona.
Você tá ali dizendo que Deus é bom, mas se perde o emprego, se vê más notícias no jornal, se um ente querido morre, se alguém fica doente, se as coisas não dão certo, enfim, se as coisas saem fora daquilo que você planejou, de repente parece que Deus já não é tão bom assim. Você perde a vontade de dizer aos outros que Deus é bom. Você perde a vontade de dizer a si mesmo que Deus é bom. E o pior: você não acredita que Deus seja totalmente bom, acha difícil crer na bondade Dele se está atravessando um deserto ou enfrentando injustiças. E pensa: onde está a bondade de Deus?
A VERDADE É UMA SÓ: DEUS É BOM EM TODO TEMPO. EM TODO TEMPO DEUS É BOM. Mesmo que você não acredite, mesmo que você seja daqueles que só creem na bondade Dele no tempo das vacas gordas. Mesmo que sua fé seja emocional e não racional, como deveria ser.
Enfim, independente da sua ingratidão, descrença, desconfiança ou falta de fé, Deus continua sendo bom.
Deus não é bom só nos nascimentos de bebês, festas de aniversário e casamentos, mas também é bom nos funerais. Deus é bom na saúde e na doença, no deserto e nos pastos verdejantes, no começo e no fim, no riso e no choro, no ganho e na perda. Quer você creia ou não.
E sabe por que Ele é bom? Porque Ele é justo. E por ser justo, não permite que nossa vida tenha só bons momentos, mas permite também os desertos que nos ensinam, fortalecem e aproximam Dele.
Bem aventurado aquele que crer que Deus é bom e justo e que não confessar isso apenas da boca pra fora. Bem aventurado aquele que crer que Deus é bom e justo, mesmo quando for difícil seguir em frente.
Com Ele nós podemos.

"Porque eu, o SENHOR, não mudo..." Malaquias 3:6

Acompanhe a resenha oficial do livro: "Meu Coração de Criança".
Capítulo 1: Era uma vez nos anos 90.
O livro começa com a narração de Laura, ainda criança, nos anos 90, falando sobre seu costume de brincar na rua com seus amigos: Ricardo, Sindy, Tainá e Gabriel.
Durante uma dessas brincadeiras, ela vê que uma nova família muda-se para o quarteirão: o casal Rogério e Luiza, juntamente com seus filhos Juliana e Jader, que têm a mesma idade que Laura e seus amigos.
A narrativa segue identificando os personagens ainda crianças.
Capítulo 2: Cuidado! Crianças em Férias.
Neste capítulo, Laura já é uma grande amiga de Juliana e Jader, e conta algumas de suas principais aventuras junto com eles e o resto da turma.
Também é descrito o que acontece no lar de Juliana e Jader: os irmãos presenciam o constante mau humor do pai e a opressão da mãe. Ainda neste capítulo, Ricardo revela aos amigos que gosta de Juliana, e ela, por sua vez, cria certa rivalidade com Tainá.
Capítulo 3: Que olhos verdes você tem.
Este é um capítulo um pouco mais curto, onde ao mesmo tempo em que há uma aproximação entre Ricardo e Juliana, há também o golpe final de Rogério em sua família, o que os leva a tomarem uma drástica decisão.
Capítulo 4: E de repente tudo muda.
O título do capítulo já diz tudo. De uma hora para outra Luíza resolve ir embora com seus dois filhos e a grande amizade entre as crianças do bairro fica ameaçada.
Capítulo 5: A distância crescente.
Aqui as crianças vão crescendo e se distanciando aos poucos. Isso é mostrado de uma forma rápida na história.
Capítulo 6: Bem vindos ao mundo adulto.
Como o título já sugere, começa aqui a segunda fase da história, onde os personagens já são adultos após quinze anos. As amizades da infância já não existem.
O foco recai sobre Juliana, que tornou-se obcecada em conquistar tudo sozinha em sua vida e provar que não precisa de nada nem ninguém, afastando-se até mesmo da própria família. São apresentados novos personagens: suas amigas Priscila e Flaviana, além do namorado Maycon.
Capítulo 7: Vai encarar?
A pergunta no título é devido ao desafio que Juliana terá que enfrentar: ver o pai após tanto tempo e após tantas mágoas. Afinal, ela recebe a notícia que Rogério foi atropelado e precisa decidir se vai até ele ou não. Situação difícil para ela.
Começa então seu maior dilema.
Capítulo 8: Não adianta fugir.
Juliana fica relutante e evita a todo custo ter que reencontrar o pai. Jader joga toda a responsabilidade para ela. Priscila a aconselha a encarar o passado e resolver a vida. Até que finalmente Juliana resolve colocar os pingos nos is e enfrentar suas dolorosas lembranças.
Capítulo 9: O reencontro.
O reencontro aqui não é apenas entre Juliana e seu pai, mas também entre ela e seu passado, ela e seus amigos de infância. Cada reencontro é narrado de uma forma reflexiva e detalhada. Especialmente o reencontro entre Juliana e Ricardo, indicando que surpresas virão...
Capítulo 10: A vida não tem lado B.
Reencontrar os amigos faz com que Juliana reflita sobre sua vida e suas escolhas. Todos são muito diferentes dela. Ricardo chama sua atenção por algum motivo.
Ela vê que a criança que foi não se orgulharia do adulto que se tornou.
Capítulo 11: De volta à casa amarela.
Apesar de ter visto o pai e de tantos conselhos dos amigos, o passado de Juliana ainda é um fantasma para ela. Mas neste capítulo, ela toma a decisão de quebrar seus traumas, eliminar tudo o que há de negativo dentro de si e recuperar seu coração de criança.
É então que vem o (Capítulo 12:) O resgate do coração perdido.
Onde Juliana inicia sua batalha contra seu pior inimigo: ela mesma e suas lembranças e cicatrizes. Finalmente ocorre uma conversa entre ela e seu pai.
Capítulo 13: O pianista de óculos.
Ricardo é um personagem discreto em toda a história, e é justamente sua discrição que chama a atenção de Juliana. Porém, neste capítulo ele ganha um destaque e fica visível que existe algo da parte dele também. Algo que nem ele mesmo sabe.
Capítulo 14: E desde quando você acredita em Deus?
Juliana está mudando aos poucos, mas nem todos acreditam em sua mudança. Ela resolve compartilhar sua experiência de vencer o passado com a mãe e o irmão, que também estão muito magoados com Rogério, mesmo depois de tanto tempo.
Capítulo 15: Como se o tempo não tivesse passado.
Juliana e Ricardo relembram fatos marcantes e engraçados da infância e revivem situações parecidas no presente. Revelações são feitas de ambas as partes.
Capítulo 16: O resgate de mais corações.
Juliana consegue colocar toda a família frente a frente após tantos anos. São momentos de muita emoção. O impossível parece possível agora.
Capítulo 17: Você é a pessoa certa.
Após a superação de tantos traumas, Juliana começa a pensar em sua vida amorosa. E por que não incluir Ricardo nesses planos?
Capítulo 18: A vida nunca mais será a mesma.
O título faz alusão a um grande sucesso internacional dos anos 90 que dizia o mesmo em sua letra. Juliana passou por uma transformação ao longo da história e com certeza não será a mesma, com seu novo coração de criança.
Tudo isso graças ao (Capítulo 19: O) poder do perdão que transformou a ela e a sua família.

Ficou afim de ler? Acesse: http://www.bookess.com/read/21376-meu-coracao-de-crianca/


A partir do momento em que anunciei que estava lançando um livro, as perguntas se derramaram sobre mim kkk. Para facilitar a vida de todos, vou responder as perguntas mais frequentes.


1- Por que você escreveu um livro?
Como eu trabalho com jovens, sempre gostei de contar histórias a eles, como exemplos, como trocas de experiências. E como eu AMO escrever desde os sete anos de idade, resolvi unir o útil ao agradável e começar a escrever para jovens.
Tenho vários livros escritos, mas escolhi “Meu Coração de Criança” para dar início a uma carreira e a esse trabalho de publicar exclusivamente para o público jovem.

2- “Meu Coração de Criança” é um livro infantil?
Apesar do título, não é um livro infantil. O livro é dividido em duas fases: a primeira, que se passa nos anos 90 e mostra a infância dos personagens; e a segunda, que acontece quinze anos depois e mostra como os acontecimentos da infância influenciaram a vida adulta deles.

3- Sobre o que fala “Meu Coração de Criança”?
É um livro sobre Fé e perdão. Fala sobre conflitos familiares, mágoa, vícios, um casamento que chega ao fim, traumas... E apesar de falar sobre coisas tão difíceis, ninguém vai se sentir mal ao ler a história, pois eu cuidei de mostrar tudo de uma forma bem leve, sempre extraindo algo positivo. Mas também, sem omitir a verdade, sem esquecer que problemas não devem ser camuflados, mas vencidos.

4-  Onde encontro o livro?
O livro pode ser lido online no site da Bookess Editora, e no mesmo link pode ser comprado na versão impressa. Resolvi deixar disponível para ser lido online porque o meu objetivo não é vender simplesmente, mas permitir que todos tenham acesso ao conteúdo do livro, mesmo que não paguem por isso.
O link é este: http://www.bookess.com/read/21376-meu-coracao-de-crianca/

5-  De onde veio a ideia para a história e para os nomes dos personagens?
A ideia da história veio durante uma reunião de quarta-feira na igreja. Nós estávamos cantando uma música chamada “Salva-me de mim”, do Beno César, e eu pensei: “vou escrever uma história sobre isso!” Como eu já tinha pensado em falar sobre filhos que se afastam dos pais, devido algumas situações que tive conhecimento, juntei tudo e deu nisso. (rsrs)
Em relação aos nomes dos personagens, eu particularmente, tenho uma dificuldade muito grande nessa parte. Ás vezes até peço sugestões para o pessoal que lê minhas histórias. Mas geralmente pego nomes dos meus ex alunos, de antigos colegas de infância, de pessoas que conheci ou convivi em algum período da minha vida.

6-  Há algo romântico na história de “Meu Coração de Criança”?
Não sou fã de histórias românticas, porque a maioria delas carrega muito na emoção e esquece da razão, e eu acho que quando só transmitimos emoção e não levamos o leitor a pensar, acabamos não acrescentando muito na vida dele. Porém, eu sei que as pessoas sempre esperam um pouco de romantismo nas histórias, é algo que já faz parte da nossa cultura. Então quando eu percebo a necessidade de colocar um relacionamento e explorar isso, eu coloco, procurando ser racional e não desfocar a mensagem principal.

7- Quanto tempo levou para escrever o livro?
Escrevi entre Junho e Setembro de 2014. Ao mesmo tempo que escrevia, pesquisava sobre os anos 90, sobre Bungee Jumping e outros elementos que aparecem na história. Também meditava na Bíblia e falava muito com Deus sobre o que Ele queria desse projeto.

8- Como você organiza as ideias para conseguir escrever a história? Afinal, o livro tem mais de 240 páginas...
Eu faço tópicos para me indicar o começo, o meio e o fim. Marco tudo o que não posso me esquecer de colocar durante a história, porque ás vezes a gente tem uma boa ideia, mas por não colocá-la no papel, na hora de escrever acabamos esquecendo o que era. Por isso marco tudo de interessante que vejo e aprendo, durante a escrita da história vou inserindo isso.

9- Por que você escreveu sobre perdão? Você conhece muitas pessoas que nunca perdoaram?
Na verdade, eu conheço os dois lados da moeda. Tanto conheço pessoas que nunca conseguiram realmente perdoar, como conheço pessoas que através da Fé tiveram capacidade para isso. A diferença é nítida entre quem perdoa e quem não perdoa. Quem perdoa tem paz, consciência limpa, a vida não fica presa ao passado. Quem consegue perdoar, é porque entendeu que essa não é uma atitude simplesmente do coração, mas acima de tudo, uma decisão da mente, uma decisão inteligente.
Isso fica bem claro na história, escrevi para mostrar isso às pessoas. O maior benefício é para quem perdoa, mais do que para quem é perdoado. Afinal, quem não perdoa só prejudica a si mesmo.

10- Até que ponto essa ficção se aproxima da realidade?
Se aproxima bastante. O meu estilo de escrita não é o de ficção fantástica, isto é, eu não costumo falar de nada surreal. Tudo o que é narrado em minhas histórias é completamente possível de acontecer com qualquer pessoa comum, qualquer um pode se identificar.
Porém, eu não posso apenas transcrever cenas baseadas em fatos reais, tenho que adicionar muito da imaginação e da criatividade, mas faço isso sem fugir do padrão “poderia ser com você”.

11- A maioria dos escritores costumam criar personagens com nomes bem diferentes dos que costumamos encontrar no dia a dia. De onde surgiu sua inspiração para o nome desses personagens?
Como disse na pergunta 5, vem de pessoas que já convivi no passado, antigos colegas, ex alunos, etc. Não relaciono a inspiração desses nomes com as características dos personagens. Por exemplo, se crio um personagem chamado João e ele é um mau caráter, não significa que eu tenha conhecido um João que também era um mau caráter, não tem nada a ver (rsrs). Mas em geral, gosto de nomes comuns, fáceis de se guardar, nada muito extravagante. Até em relação aos nomes uso o meu padrão “poderia ser com você”.

12- Você disse que escreve desde os sete anos de idade. Quais foram suas primeiras histórias?
Aos sete anos, tive uma professora que investia muito na nossa criatividade e na produção de textos. Ela nos dava ilustrações para que criássemos histórias a partir delas. Com isso, eu criei um gosto tão grande pela escrita, que depois de brincar por um dia inteiro com meus amiguinhos, a noite eu sempre pegava um lápis e um caderno para inventar histórias por conta própria. Meus amigos eram os personagens.

Assim, em 1994, eu criei uma sequência de histórias que foram: “Chove Chuva”, “Chove Chuva 2” e “Em Busca da Tecladista” (kkk). Tenho um projeto de editar essas histórias e publicá-las para crianças.
Se você não sabe o que é ficção cristã, está na hora de saber (rsrs).
Seguem agora algumas respostas sobre o assunto:

O que é ficção cristã?
As obras de ficção cristã são aquelas que transmitem os valores cristãos em seu contexto. Hoje em dia há obras de ficção cristã na literatura, no cinema e na televisão.
Podemos citar como exemplos de ficção cristã os filmes dos irmãos Kendrick: A Virada, Desafiando Gigantes, Prova de Fogo.
Na televisão, temos por exemplo a novela “Os Dez Mandamentos”, que conta uma história baseada em fatos reais, mas que também inclui elementos de ficção no contexto.
Na literatura há vários títulos de ficção cristã, nacionais e internacionais, sendo que um dos mais conhecidos é “Amor de Redenção”, da escritora Francine Rivers.

O que não é ficção cristã?
Em se tratando da literatura, não são aquelas obras doutrinárias, nem que defendem uma instituição, denominação ou uma religião em si. A ficção cristã apenas apresenta, ainda que de forma sutil, os ensinamentos de Cristo, que são: o amor a Deus acima de tudo, o amor ao próximo, o perdão, a redenção, a Fé e a Salvação.

A quem se destina a ficção cristã?
A todos, independente de sua crença, se têm ou não religião. Todos aqueles que procuram histórias com valores positivos certamente irão se identificar com esse gênero.

Valores cristãos:
Em um mundo onde a violência, o egoísmo e a falta de compreensão tem aumentado a cada dia, os valores cristãos anteriormente citados são muito bem vindos. Por isso a importância desse tipo de literatura chegar até os jovens e até mesmo às crianças.

Jesus ensinava através de parábolas:
As histórias sempre tiveram um alto grau de influência sobre o ser humano, desde a antiguidade. As pessoas sempre procuram alguém com quem se identificar.
Prova disso é que Jesus usava parábolas para ensinar seus seguidores. Por diversas vezes, quando multidões o ouviam, Ele contava alguma história (parábola) para dar um exemplo de alguma situação e, dessa forma, ensinar sobre o perdão, a Salvação e outros valores.

A importância da ficção cristã para o jovem leitor:
É de suma importância termos “parábolas modernas” para construirmos uma sociedade mais pacífica e justa. Não quero dizer com isso que as parábolas de Jesus estejam ultrapassadas. Não! De forma alguma!
Pelo contrário, elas são atemporais, serviram e sempre servirão para nos levar a profundas reflexões e mudanças de comportamento. Porém, precisamos seguir o exemplo de Jesus e continuar fazendo histórias com as quais as pessoas se identifiquem e reflitam sobre suas vidas.
Por isso é tão importante que os jovens leitores tenham contato com a ficção cristã, pois certamente serão valores que, independente da religião ou da crença, farão de todos cidadãos mais conscientes.