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Uma das melhores coisas que fiz ultimamente foi assinar a plataforma de vídeos cristãos "Univer para crer". A cada semana o número de títulos de filmes cristãos aumenta e eu, como fã desse gênero, estou plenamente satisfeita com o conteúdo.
Desde os mais clássicos e mais antigos como Inferno em Chamas e Um Ladrão na Noite, até mais atuais como Cutback e Para Salvar Uma Vida. Tem para todos os gostos.
Um tempo atrás eu assisti na plataforma o filme "O Jogo do Poder", que é uma história simples e até um pouco rápida, mas com mensagem forte e direta.
Resumo do filme:
Robbie é uma ambiciosa advogada que faz questão de ser vista como esperta e não como justa. Seu trabalho e ganância estão acima de tudo e todos. Ela entra em um negócio para elevar o time de hóquei de sua cidade e, para isso, vai em busca de um ex e famoso jogador do time: Cody Harris, conhecido por ser violento, desonesto, e por ter trazido grandes vitórias ao time no passado.
Ao encontrar Cody, Robbie descobre que ele se converteu e já não leva o antigo estilo de vida que tinha.
Robbie convence Cody a voltar para o time e ele aceita, mas está disposto a jogar limpo, além de não pensar mais em fama e dinheiro. Diversas reviravoltas acontecem e, ao invés de ajudar o time, Robbie vê que foi enganada e o afundou ainda mais. É então que ela descobre que não está no controle de tudo em sua vida e que dinheiro e trabalho não são o que há de mais importante.
Neste momento, Cody irá ajudar Robbie a descobrir a verdadeira Fé, mostrando que somos totalmente dependentes de Deus.
Não vi pontos negativos neste filme, que pelas roupas e pelos cabelos parece ser um filme antigo.
Há pouca ou nenhuma informação técnica sobre ele na internet.
Aconselho a todos que procurem assisti-lo.

PS: Não confunda com os filmes: Jogo de Poder e Jogos do Poder. Uma letra muda tudo.

A primeira vez que assisti esse filme foi no ano de 2011, um período que, ao meu ver, foi de revolução no cinema cristão, impulsionado pelos irmãos Kendrick.
Os filmes deste gênero saíram daquele campo que se limitava a falar apenas do Apocalipse e passaram a abordar temas do cotidiano pela visão cristã.
É bem verdade que, com o aumento da produção cinematográfica cristã, obras não tão boas assim surgiram nessa leva de filmes, nos obrigando a garimpar as melhores. Mas o legal é que tem muita coisa bacana para ser vista também.
Vale ressaltar que, como orienta o roteirista Brian Godawa em seu livro "Cinema e Fé Cristã - Vendo filmes com sabedoria", é necessário que tenhamos discernimento para não sermos anoréxicos tampouco glutões culturais. Ou seja, não aceitarmos tudo, mas também não  repudiarmos tudo. Como cristãos conscientes e inteligentes, devemos buscar o equilíbrio.
É isso que procuro fazer nas análises que publico aqui no blog, sejam elas de livros ou de filmes e sejam eles cristãos ou não.
Analisando o filme em questão, "A Letra que Mata", notei pontos muito positivos, mas também pontos negativos, que descrevo a seguir.
Positivamente, posso citar de início a ousadia do roteirista (que não descobri quem é) em escrever um suspense gospel que critica a religiosidade tão presente nas igrejas evangélicas. Isso foi muito inteligente e corajoso da parte dele.
Também achei bacana a tradução do título para português. O título original é "Dangerous Calling", em tradução livre "Vocação Perigosa". O título em português remete à passagem de 2 Coríntios 3:6 que diz:
"Ele nos capacitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do Espírito; pois a letra mata, mas o Espírito vivifica".
Este versículo é muito forte, nos fazendo entender que a religião não salva ninguém, apenas a Fé pura para o recebimento do Espírito Santo, e isso fica evidente no filme, onde a religião e o fanatismo evangélico são duramente criticados de forma muito coerente.

Negativamente, posso citar algumas cenas isoladas do filme, como por exemplo uma em que o pastor Evan (Steven Caudill) diz em tom de brincadeira: "Deus me odeia". Brincadeiras à parte, essa fala evidencia uma característica do personagem: um pastor com pouca convicção de sua Fé, que procura sempre o caminho mais fácil e tenta agradar a gregos e troianos, inclusive em suas pregações prontas e decoradas.
Sua esposa, Nora (Carrie Walrond), é quem apresenta um pouco mais de coragem e convicção, mas não é um tipo de cristã que demonstra aplicar a Palavra de Deus em seu dia a dia, recorrendo à mentira quando sente necessidade.
Assista o filme com atenção e você vai conseguir reparar tudo o que estou dizendo.

Vale a pena assistir, pois não sei se há pessoas que chegam à atitudes extremas como a senhora Pat, mas tem doido pra tudo, não é? kkk. Então assista e reflita sobre os malefícios da fé religiosa, pois a Fé que agrada a Deus nada tem a ver com religião. No dia que você entende isso, pode crer que está livre.

Estou trabalhando em um projeto de uma trilogia cuja história se passa em uma praia e os personagens costumam praticar o surfe. Devido a isso, venho pesquisando este esporte há pelo menos uns cinco anos, e pesquisando também a ligação que o mesmo tem com a evangelização de surfistas.
Andei procurando filmes cristãos que falavam sobre o surfe e achei um ótimo na plataforma Univer: Cutback - Uma Vida, Uma Escolha.
Por ser um filme cristão e falar do surfe, sou suspeita para opinar. Gostei demais.
A história é sobre Luke Harris (Justin Schwan), um rapaz que está no último ano do colegial e sonha ser surfista profissional, mas entra em confronto com os pais, que possuem outros planos para ele. Este é um conflito típico de filmes jovens norte-americanos, mas que não nos importamos em ver por novos ângulos, não é verdade?
Luke ainda enfrenta os desafios inerentes aos jovens de sua idade como estudos, trabalho e vida sentimental. Sem contar que é atingido pelos problemas conjugais de seus pais.
É nesse turbilhão todo que ele e seu melhor amigo Casey (Angel Cruz) encontram uma direção para suas vidas, que vem no momento mais oportuno: a Fé.
No grupo jovem da igreja, Luke e Casey vão aprendendo passo a passso a confiar em Deus, entregar seus problemas e ansiedades, e crer que tudo se resolve quando Deus está no controle.
Mas esse aprendizado sobre a Fé não é fácil. Uma terrível tragédia coloca a Fé de Luke à prova. E o resto eu não vou falar porque você tem que assistir, ok? kkk.

Análise dos Personagens:
Luke é bem humano, não é aquele personagem onde o roteirista força que você goste dele. Todos os seus defeitos e qualidades são bem evidenciados no filme. É um adolescente comum, poderia ser você ou seu amigo.
Casey é um cara engraçado, provavelmente excluído pelo resto da turma. A amizade entre e Luke parece ser de longa data. Aquele tipo de amigo que não está com você apenas quando tudo vai bem.
Emily (Kelsey Sanders) é a garota por quem Luke cria interesse. Uma pessoa convicta de sua Fé, mas que também não esconde seus pontos fracos. Ela fala abertamente sobre os momentos em que quase deixou de crer.

Ponto Forte do filme: O tema indecisão na juventude já é bem batido, mas Cutback mostrou isso de uma forma bem bacana, com uma Fé prática, que não muda a vida em um passe de mágica, mas que enfrenta os desafios que surgem, e que até parecem piorar quando se tenta fazer o que é certo.
Ponto Fraco do filme: Lembra muito o "Para Salvar Uma Vida", ás vezes parece que só trocaram o basquete pelo surfe. E no final do filme você fica com aquela pergunta: mas já acabou?
Pelo menos, eu fiquei assim rsrs.
Assistam, tirem suas conclusões. Vale a pena. 
A propaganda estava enorme. A expectativa também. Eu era uma das pessoas que estavam super ansiosas para ver "Os Dez Mandamentos" no cinema. Ainda mais porque não pude acompanhar a novela, tudo seria novidade para mim.
Um pensamento que estava na minha cabeça antes de ver o filme era: com tanta propaganda e expectativa, esse filme não pode deixar a desejar, tem que fazer jus a tamanha divulgação.
Finalmente chegou o grande dia de ir ao cinema. Eu, meus familiares e amigos fomos na sessão do dia 30 de Janeiro, uma das primeiras, porque adquirimos os ingressos bem antecipadamente. Caso contrário, teríamos que aguardar por mais alguns dias, pois por mais um fim de semana já estava tudo esgotado aqui nos cinemas da minha região. Expectativa maior ainda.
Na sala de cinema, o que vi foi simplesmente surpreendente. Superou e muito todas as minhas expectativas. Realmente valeu a pena tanta propaganda e tanta espera para ver uma obra de tamanha qualidade, alavancando o cinema nacional, trazendo qualidade de Hollywood especialmente para as cenas de ação e de efeitos especiais.
Trilha sonora magnífica, atuação impecável de todos os atores e o melhor: a Fé muito bem representada em cada cena.
Como sou roteirista, não pude deixar de prestar atenção especificamente no texto e na edição, concluindo que Vivian de Oliveira (autora do texto) é merecedora de prêmios neste quesito. Ela soube dosar tudo perfeitamente. Não construiu cenas com discursos e pregações (como muitos pensaram erroneamente que veriam), mas transmitiu sutilmente a lição de superação do povo de Israel.
A cena onde o pai de Moisés transmite a ele a lição da semente de tamareira foi uma das mais fortes e impactantes, mesmo sendo uma cena simples. Falando em cenas, não posso deixar de frisar a abertura do mar vermelho e a chuva de pedras, que em nada deixaram a desejar comparadas a grandes obras do cinema mundial.
Nenhum erro de continuidade e o feito histórico de transformar uma novela de centenas de capítulos em duas horas de filme. Tiro o chapéu.
Não foi à toa que assisti o filme duas vezes kkk. E não é a toa que o sucesso de "Os Dez Mandamentos" tenha incomodado tanto aqueles que querem monopolizar todas as mídias no Brasil.
Mas o povo está descobrindo que há outras opções por toda a parte, não só na TV, mas nas salas de cinema também. Desde o índio até o morador de rua, desde o motoqueiro até a freira. Desde o ateu até o membro da Universal. A história mais impressionante (e verdadeira) já contada pôde chegar a todos. Sem distinção.
Amor de Redenção é um livro da escritora americana Francine Rivers, escrito há mais de vinte anos, mas que nunca torna-se desatualizado, até porque é uma história de época, retratando a corrida do ouro na Califórnia em 1850.
Fala da história de amor entre o fazendeiro Michael Hosea e a prostituta Angel, baseando-se na história bíblica de Oséias e Gômer.
Na minha opinião, este não é um livro para qualquer pessoa. As intenções da autora foram as melhores, mas a intenção do leitor também tem que ser. O objetivo principal da história foi mostrar o amor sacrificial do Senhor Jesus por cada um de nós, pecadores, e isto é visto na história pelo amor incondicional de Michael por Angel, mas o leitor tem que ter esta sensibilidade.
Resumo:
Angel tem uma infância terrível: o pai era casado e sua mãe era apenas a amante dele. O pai deixa claro que ela nunca deveria ter nascido. Aos oito anos, Angel já era uma pequena orfã e foi vendida para a prostituição. Sua adolescência se resumiu em abusos, violência e sucessivas perdas das poucas pessoas com quem se apegou.
Aos dezenove anos, ela foi vista por Michael Hosea, um homem de Fé, que imediatamente teve certeza que deveria se casar com ela, não por sua beleza, mas por um propósito divino.
Michael inicia então, uma terrível batalha para que Angel venha superar seus traumas e seu passado, mas ela simplesmente não quer lutar, quer apenas viver a mercê de seus pensamentos negativos.
O amor sacrificial de Michael, aliado a sua Fé inabalável em Deus, vão dando a ele forças para, no dia a dia, vencer os inimigos invisíveis de Angel e todo o preconceito de uma sociedade conservadora, que não acredita em redenção e recomeço.
Pontos positivos e negativos:
- A autora deixa claro que somente o amor não seria capaz de vencer uma batalha estritamente espiritual, isso só se torna possível com o uso da Fé.
- A autora mostra o que é o verdadeiro amor: aquele que sacrifica, que dá sem esperar receber nada de volta.
- O personagem Michael é um homem exemplar: íntegro, fiel e convicto. Mas não é perfeito. A história mostra que ele é um ser humano como qualquer outro, com defeitos e fraquezas.
- A autora descreve em diversas cenas o ato sexual, mas consegue fazer isso sem que fique vulgar ou apelativo. Ela consegue transmitir a mensagem de que Deus criou o sexo para ser algo prazeroso entre um casal casado, uma entrega total e expressão máxima do amor.
Deixa claro também que Deus não vê o sexo como pecado, desde que dentro do casamento, e também não apenas como prazer carnal, mas uma união completa e espiritual.
- Com tantos livros poluindo a mente das pessoas, transmitindo uma ideia errada sobre o sexo e o casamento, Amor de Redenção conseguiu mostrar a visão de Deus para este assunto.
- Ao ler o livro você aprende a ver as pessoas por dentro, entender suas atitudes como fruto de seu passado, e entende que a Salvação que o Senhor Jesus oferece é para todos.
Agora os pontos negativos:
- Angel ouve constantemente uma voz negativa em sua mente. Para um leitor mas esclarecido, fica claro que é a voz do diabo. Porém, na história, entendemos que é apenas a voz de Duke, um personagem malvado e sem escrúpulos.
- A personagem Miriam é um poço de emoções sem fundamento. Uma menina chorona e louca para casar, que, ao meu ver, não serve de exemplo para ninguém kkk. A autora tentou fazer com que os leitores se simpatizassem com essa personagem, mas no meu caso, não funcionou.
- Como disse no início, este não é um livro para qualquer pessoa. Angel era uma prostituta e, suas atitudes são mostradas em detalhes. A vida sexual entre ela e Michael também. Francine Rivers sabe descrever bem emoções e sentimentos. Mas um leitor desavisado, que está apenas em busca de simples emoção, pode ficar focado nisso, sendo que o foco da história é outro.
Considerações Finais:
Lendo Amor de Redenção vi que os personagens foram muito bem construídos. Francine Rivers realmente sabe do que está falando.
Algumas falas de Angel lembram muito os relatos de Andressa Urach em seu livro: Morri para Viver.
Um filme sobre o livro Amor de Redenção está sendo produzido nos Estados Unidos, com previsão de lançamento para o ano que vem. Há muitas especulações e muito mistério em torno dos atores do filme, mas por enquanto, o que está sendo mais cogitado é o ator Jim Caviezel como Michael Hosea.
Se você não está em busca de apenas emoção, mas de um livro que fala sobre o poder da Fé, o triunfo do amor e a visão que Deus tem para cada alma perdida, Amor de Redenção é uma boa pedida.

Vejam aqui o que a Cristiane Cardoso diz sobre Amor de Redenção:
http://blogs.universal.org/cristianecardoso/pt/primeiro-romance/


Sempre fui fã dos irmãos Kendrick. Seus filmes são ótimos, verdadeiramente motivacionais, passam a real essência da fé, e é impossível continuar com a mesma visão após assisti-los.
O primeiro filme deles, A Virada, é bem simples, até porque faltavam recursos para a produção do mesmo, já que na época, não eram tão conhecidos como hoje. Mas mesmo sendo simples, o filme em nada deixa a desejar. É uma história sobre arrependimento real, mudança de atitudes, sacrifício, recomeço.
A Virada mostra a situação de muitos cristãos: vão à igreja, ouvem a Palavra de Deus, mas na hora de colocar em prática, o "eu" muitas vezes prevalece. São aqueles cristãos que praticam o que lhes convém, ou aquilo que não exige um sacrifício maior, não exige o sacrifício profundo da própria vontade e desse inimigo silencioso chamado "eu".
Assim era Jay Austin, o protagonista do filme. Aparentemente era um cristão fiel, mas na verdade, não negava suas vontades, não tomava a sua cruz DIA APÓS DIA (não adianta fazer por um tempo e depois parar) para seguir Jesus. Jay Austin fazia apenas o que queria, do seu jeito, e ouvia apenas o que queria ouvir.
O interessante deste filme é que ele mostra as consequências da desobediência (isso me lembra Deuteronômio 28), e como já disse aqui no blog, gosto muito de histórias que mostram consequências. Jay Austin sabia o que fazer, mas não fazia. Sabia o que era certo, mas optava pelo errado. E isso, nada mais é do que desobediência, que por conseguinte, trouxe as consequências.
Assim são muitos cristãos, fazem tudo do seu jeito, desobedecem a Deus e ao arcarem com as consequências ainda o questionam do porquê de tudo aquilo.
Mas enfim, o foco do filme não está nisso. E sim na mudança, na transformação do personagem principal, que sabia que para ter um novo começo teria que pagar o preço. (sim, copiei a letra da música do DiscoPraise aqui rsrs)
Toda mudança exige um sacrifício, ainda mais após anos de desobediência. Exige reconhecer que as consequências não são um castigo de Deus. Mas para recomeçar, basta querer, basta um passo, uma atitude.
Jay Austin inspirou-se em Zaqueu, e restituiu tudo o que tinha roubado. Não se importou com nada nem ninguém, nem mesmo com as consequências que estava enfrentando, e assim como Zaqueu, só queria saber de receber Jesus em sua vida e passar a servi-Lo, obedecê-Lo.
Se você desobedeceu aos conselhos de Deus e agora sofre as consequências, saiba que nada te impede de recomeçar. Antes tarde do que nunca, não é?
Além de consertar tudo aquilo que vem dando errado em sua vida, você vai parar de sofrer e de fazer outras pessoas sofrerem. Você vai ter paz, o que vinha dando errado vai passar a dar certo, pois Deus só abençoa a quem O obedece. Obedecer é uma decisão, e talvez seja o momento em que você deve tomar essa decisão sem adiar mais.
Se você está nessa situação, aconselho que assista a este filme, A Virada, com muita atenção. Inspire-se em Jay Austin e em Zaqueu. Passe a ouvir a voz de Deus com humildade, e acima de tudo, a praticar Sua Palavra.
Aí vai uma resenha do site Cine Cristão:
A produção cinematográfica A Virada é o primeiro longa metragem dos irmãos Kendrick, da  Sherwood Pictures. A alguns anos o filme também é um dos mais buscados no google, como mostra o ranking mensal Cinema Cristão.
A Virada é um filme simples, mas com um conteúdo ético fantástico, ele retrata a história de um vendedor de carros usados que é um mestre do engano e da falsidade nos negócios. O personagem principal começa a ter crises com o seu negócio e com a sua família, pois vive uma vida dúbia, religiosamente frequenta a igreja aos domingos, todavia não segue a mensagem integral do evangelho.
O longa metragem, lembra muito a história bíblica de Zaqueu, como fundo a transformação do homem através de um  real encontro com Cristo, mostrando o seu  arrependimento  e as  mudanças de conduta e caráter, realmente é uma produção edificadora para a família e sociedade.
O filme A Virada é a  fotografia das pacatas cidades americanas, aborda a temática ética com  bom humor, retrata um drama familiar muito atual,  demonstrando os perigos da internet e a frieza do casamento e leva o telespectador a rever sua vida cristã, excelente produção.


Todo homem chega a um ponto decisivo em sua vida.