Mostrando postagens com marcador meu coração de criança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador meu coração de criança. Mostrar todas as postagens
Pra quem ainda não sabe, "29/02" é o título do meu novo livro, que a propósito foi lançado ontem no 7º Salão do Livro de Presidente Prudente.
Tenho vários livros escritos, mas apenas dois publicados, sendo que o primeiro foi há um ano atrás, também no Salão, e se chama "Meu Coração de Criança". Você pode saber mais sobre ele clicando aqui, aqui e também aqui.
Mas vamos falar sobre 29/02. Foram tantas perguntas, mas tantas, que para facilitar a vida de todos os que possuem alguma curiosidade sobre o livro, vou responder todas aqui e agora. Vamos lá.


1- Por que o título do livro é uma data? (29/02)
Nas primeiras páginas da história já dá para o leitor entender por qual motivo escolhi esse título. A história é sobre a Vanessa, uma garota que nasceu em 29/02 e que portanto, só pode comemorar seu aniversário na data original nos anos bissextos. Mas num certo 29/02, quando ela comemorava seus 16 anos, algo diferente aconteceu e ela acordou só no próximo ano bissexto, com 20 anos e a vida totalmente bagunçada.

2- O que você pretende alcançar com os livros que escreve?
Eu atuo no trabalho com jovens há muito tempo, mas de 2010 pra cá eu tenho estado à frente deste trabalho e isso me rendeu experiências muito fortes. A adolescência e a juventude são períodos muito marcantes, com situações que envolvem tensão emocional, descobertas e escolhas que vão impactar o resto da vida da pessoa. Pensando nisso e pensando em um jeito de ajudar jovens de toda parte, que passam por situações que os impactam muito, eu resolvi investir na escrita, como forma de levar a eles uma mensagem de Fé e de responsabilidade com a própria vida.

3- Você vende bem seus livros?
No meu ponto de vista sim, pois quando vejo pessoas que não me conhecem comprando, acho muito bacana. Mas na verdade o meu foco não são as vendas, tanto que o livro está disponível para leitura online gratuitamente. O que eu observo mesmo é o número de visualizações, pois se cada pessoa que visualiza ler a história inteira e for ajudada de alguma forma, fico muito feliz com isso. Não me tornei escritora pensando em enriquecer com isso, mas pensando em levar essas histórias a todos, especialmente os jovens.

4- Em sua palestra ano passado no lançamento de Meu Coração de Criança você disse que suas histórias são como parábolas. Como assim?
O Senhor Jesus usava parábolas para explicar às pessoas sobre o Reino de Deus, pois sabia que essa era a forma mais fácil de fazê-las entender o que Ele estava dizendo. É claro que não estou me comparando com o Senhor Jesus, mas estou seguindo o exemplo. Se em Sua sabedoria Ele viu que o ser humano aprende melhor ouvindo histórias, então eu vou usar histórias para tentar passar algo de bom.

5- Da onde veio a ideia para 29/02?
Eu comecei a escrever essa história em 2013, na época estava fazendo um manuscrito dela. Mas acho que ainda não era o momento, pois não fluiu. Fiz umas seis páginas que não aproveitei em nada nessa nova versão. 
Eu gosto muito de falar sobre consequências, sobre você colher o que planta, seja bom ou ruim, e achei que essa coisa de viagem no tempo seria ótimo para falar disso. O que me fez quebrar a cabeça mesmo foi "como" fazer essa tal viagem no tempo.
Eu assisti De Repente 30 e um filme cristão chamado "E se você tivesse a segunda chance?" que me ajudaram a raciocinar melhor sobre isso. Também li o livro da Andressa Urach e pesquisei sobre o Michael Schumacher. Ai, falei demais. Kkkk.

6- Quanto tempo levou para escrever?
Um mês escrevendo e um mês e meio editando. Teoricamente foi bem rápido, mas é que eu já estava com todas as ideias prontas quando comecei, só precisava passar para o papel, e fiz isso nas férias de julho, quando tinha um pouquinho mais de tempo para isso. Em agosto e parte de setembro apenas editei e agora em outubro lancei.
Trabalho com metas em tudo na minha vida e cumpro meus horários dedicados à escrita bem certinho, por isso dá certo.
Além de tudo é um livro curto (77 páginas) se comparado ao meu primeiro lançamento (202 páginas).

7- Você já viveu alguma situação que acontece em 29/02?
Eu não costumo escrever sobre minhas próprias experiências. Acho que um escritor, acima de tudo, precisa ser um grande observador do comportamento humano, enxergar as pessoas como almas e não como números. Precisa entender porquê as pessoas são como são e lembrar que cada uma tem seu histórico, suas lutas, seus conflitos interiores e algo que torna cada um alguém único. Eu procuro olhar assim para as pessoas, depois eu só acrescento uma situação que talvez realmente aconteceu, um pequeno exagero para mais ou para menos, que é o que torna a história um conto de ficção, e finalmente a pergunta: e se? Com esses elementos é fácil construir uma história.

8- Tanto em Meu Coração de Criança quanto em 29/02 não há vilões. Por quê?
Ótima pergunta. Minhas histórias não tem vilões, acho isso muito clichê. Também não acho que podemos classificar as pessoas entre bons e maus, fazer uma caricatura delas como muitos livros, filmes e novelas fazem. Todo mundo tem defeitos e qualidades. E segundo a Bíblia, o ser humano tem uma inclinação natural para o mal, então acho que todo mundo é vilão, em maior ou menor proporção. Tirar a vida de uma pessoa é errado, mas fofocar também é. Os pequenos erros também causam mortes, que nem sempre são físicas.
Pensando nisso, eu não coloco vilões nas minhas histórias, pois os maiores inimigos que os personagens têm de enfrentar são eles mesmos, ou as consequências de suas escolhas erradas ou os enganos de seus corações. Não há nada mais real que isso. Acho que isso faz o leitor se aproximar da realidade da história e se identificar.

9- Ficção cristã é só para cristãos?
Não, ficção cristã é para todos que gostam de uma mensagem positiva. Eu quero que, ao terminar de ler um livro meu, as pessoas tenham esperança e acima de tudo Fé que podem dar um novo rumo às suas vidas, seja lá o que tiverem feito.
Todos podem ler, mas se a pessoa não crê em Deus realmente vai ficar difícil de entender a mensagem.

10 - Como adquirir ou ler o livro online?
Neste link da editora Bookess dá tanto para comprar como ler online:
http://www.bookess.com/read/27122-2902/






1- Na ideia original, por volta de 2013, a história iria se chamar “Pai e Filha”. Mas o título ficou muito vago e por isso foi descartado, até mesmo como título provisório.

2- A ideia do título “Meu Coração de Criança” veio da música “Salva-me de Mim”, do cantor Beno César. A música é inclusive citada na história e inspirou também algumas falas dos personagens.

3- Uma das manias das crianças nos anos 90 era ir ao circo ver animais como elefantes, leões e macacos. Essa mania é citada com ênfase na história.

4- Quem prestar atenção nos detalhes vai notar a citação da Copa de 1994, as Olimpíadas de Atlanta em 1996 e o começo da circulação do Real como moeda nacional.

5-Super Trunfo, Pega Varetas e Mola Maluca são alguns dos brinquedos que aparecem na história e que eram moda nos anos 90.

6- Quando os personagens são pré adolescentes a história mostra que o que fazia sucesso na época eram as Spice Girls.

7- Na cena do Bungee Jumping, a orientação dada pela instrutora Elaine ao Maycon é verdadeira: iniciantes no esporte vão presos pela cintura e o peito, ficando meio sentados no fim do salto.

8- O capítulo “A Vida não tem lado B”, refere-se às falas do personagem Ricardo no mesmo capítulo, e também é uma homenagem às famosas fitas K7 dos anos 90.

9- Hipoteticamente, a fase adulta dos personagens ocorreria em torno do ano 2009.

10- O personagem Ricardo cita duas músicas na história, “Broken Wings”, do Mr Mister: “pegue suas asas quebradas e aprenda a voar de novo”. E “Life”, do Haddaway: “a vida nunca será a mesma, a vida está mudando...”
Acompanhe a resenha oficial do livro: "Meu Coração de Criança".
Capítulo 1: Era uma vez nos anos 90.
O livro começa com a narração de Laura, ainda criança, nos anos 90, falando sobre seu costume de brincar na rua com seus amigos: Ricardo, Sindy, Tainá e Gabriel.
Durante uma dessas brincadeiras, ela vê que uma nova família muda-se para o quarteirão: o casal Rogério e Luiza, juntamente com seus filhos Juliana e Jader, que têm a mesma idade que Laura e seus amigos.
A narrativa segue identificando os personagens ainda crianças.
Capítulo 2: Cuidado! Crianças em Férias.
Neste capítulo, Laura já é uma grande amiga de Juliana e Jader, e conta algumas de suas principais aventuras junto com eles e o resto da turma.
Também é descrito o que acontece no lar de Juliana e Jader: os irmãos presenciam o constante mau humor do pai e a opressão da mãe. Ainda neste capítulo, Ricardo revela aos amigos que gosta de Juliana, e ela, por sua vez, cria certa rivalidade com Tainá.
Capítulo 3: Que olhos verdes você tem.
Este é um capítulo um pouco mais curto, onde ao mesmo tempo em que há uma aproximação entre Ricardo e Juliana, há também o golpe final de Rogério em sua família, o que os leva a tomarem uma drástica decisão.
Capítulo 4: E de repente tudo muda.
O título do capítulo já diz tudo. De uma hora para outra Luíza resolve ir embora com seus dois filhos e a grande amizade entre as crianças do bairro fica ameaçada.
Capítulo 5: A distância crescente.
Aqui as crianças vão crescendo e se distanciando aos poucos. Isso é mostrado de uma forma rápida na história.
Capítulo 6: Bem vindos ao mundo adulto.
Como o título já sugere, começa aqui a segunda fase da história, onde os personagens já são adultos após quinze anos. As amizades da infância já não existem.
O foco recai sobre Juliana, que tornou-se obcecada em conquistar tudo sozinha em sua vida e provar que não precisa de nada nem ninguém, afastando-se até mesmo da própria família. São apresentados novos personagens: suas amigas Priscila e Flaviana, além do namorado Maycon.
Capítulo 7: Vai encarar?
A pergunta no título é devido ao desafio que Juliana terá que enfrentar: ver o pai após tanto tempo e após tantas mágoas. Afinal, ela recebe a notícia que Rogério foi atropelado e precisa decidir se vai até ele ou não. Situação difícil para ela.
Começa então seu maior dilema.
Capítulo 8: Não adianta fugir.
Juliana fica relutante e evita a todo custo ter que reencontrar o pai. Jader joga toda a responsabilidade para ela. Priscila a aconselha a encarar o passado e resolver a vida. Até que finalmente Juliana resolve colocar os pingos nos is e enfrentar suas dolorosas lembranças.
Capítulo 9: O reencontro.
O reencontro aqui não é apenas entre Juliana e seu pai, mas também entre ela e seu passado, ela e seus amigos de infância. Cada reencontro é narrado de uma forma reflexiva e detalhada. Especialmente o reencontro entre Juliana e Ricardo, indicando que surpresas virão...
Capítulo 10: A vida não tem lado B.
Reencontrar os amigos faz com que Juliana reflita sobre sua vida e suas escolhas. Todos são muito diferentes dela. Ricardo chama sua atenção por algum motivo.
Ela vê que a criança que foi não se orgulharia do adulto que se tornou.
Capítulo 11: De volta à casa amarela.
Apesar de ter visto o pai e de tantos conselhos dos amigos, o passado de Juliana ainda é um fantasma para ela. Mas neste capítulo, ela toma a decisão de quebrar seus traumas, eliminar tudo o que há de negativo dentro de si e recuperar seu coração de criança.
É então que vem o (Capítulo 12:) O resgate do coração perdido.
Onde Juliana inicia sua batalha contra seu pior inimigo: ela mesma e suas lembranças e cicatrizes. Finalmente ocorre uma conversa entre ela e seu pai.
Capítulo 13: O pianista de óculos.
Ricardo é um personagem discreto em toda a história, e é justamente sua discrição que chama a atenção de Juliana. Porém, neste capítulo ele ganha um destaque e fica visível que existe algo da parte dele também. Algo que nem ele mesmo sabe.
Capítulo 14: E desde quando você acredita em Deus?
Juliana está mudando aos poucos, mas nem todos acreditam em sua mudança. Ela resolve compartilhar sua experiência de vencer o passado com a mãe e o irmão, que também estão muito magoados com Rogério, mesmo depois de tanto tempo.
Capítulo 15: Como se o tempo não tivesse passado.
Juliana e Ricardo relembram fatos marcantes e engraçados da infância e revivem situações parecidas no presente. Revelações são feitas de ambas as partes.
Capítulo 16: O resgate de mais corações.
Juliana consegue colocar toda a família frente a frente após tantos anos. São momentos de muita emoção. O impossível parece possível agora.
Capítulo 17: Você é a pessoa certa.
Após a superação de tantos traumas, Juliana começa a pensar em sua vida amorosa. E por que não incluir Ricardo nesses planos?
Capítulo 18: A vida nunca mais será a mesma.
O título faz alusão a um grande sucesso internacional dos anos 90 que dizia o mesmo em sua letra. Juliana passou por uma transformação ao longo da história e com certeza não será a mesma, com seu novo coração de criança.
Tudo isso graças ao (Capítulo 19: O) poder do perdão que transformou a ela e a sua família.

Ficou afim de ler? Acesse: http://www.bookess.com/read/21376-meu-coracao-de-crianca/


A partir do momento em que anunciei que estava lançando um livro, as perguntas se derramaram sobre mim kkk. Para facilitar a vida de todos, vou responder as perguntas mais frequentes.


1- Por que você escreveu um livro?
Como eu trabalho com jovens, sempre gostei de contar histórias a eles, como exemplos, como trocas de experiências. E como eu AMO escrever desde os sete anos de idade, resolvi unir o útil ao agradável e começar a escrever para jovens.
Tenho vários livros escritos, mas escolhi “Meu Coração de Criança” para dar início a uma carreira e a esse trabalho de publicar exclusivamente para o público jovem.

2- “Meu Coração de Criança” é um livro infantil?
Apesar do título, não é um livro infantil. O livro é dividido em duas fases: a primeira, que se passa nos anos 90 e mostra a infância dos personagens; e a segunda, que acontece quinze anos depois e mostra como os acontecimentos da infância influenciaram a vida adulta deles.

3- Sobre o que fala “Meu Coração de Criança”?
É um livro sobre Fé e perdão. Fala sobre conflitos familiares, mágoa, vícios, um casamento que chega ao fim, traumas... E apesar de falar sobre coisas tão difíceis, ninguém vai se sentir mal ao ler a história, pois eu cuidei de mostrar tudo de uma forma bem leve, sempre extraindo algo positivo. Mas também, sem omitir a verdade, sem esquecer que problemas não devem ser camuflados, mas vencidos.

4-  Onde encontro o livro?
O livro pode ser lido online no site da Bookess Editora, e no mesmo link pode ser comprado na versão impressa. Resolvi deixar disponível para ser lido online porque o meu objetivo não é vender simplesmente, mas permitir que todos tenham acesso ao conteúdo do livro, mesmo que não paguem por isso.
O link é este: http://www.bookess.com/read/21376-meu-coracao-de-crianca/

5-  De onde veio a ideia para a história e para os nomes dos personagens?
A ideia da história veio durante uma reunião de quarta-feira na igreja. Nós estávamos cantando uma música chamada “Salva-me de mim”, do Beno César, e eu pensei: “vou escrever uma história sobre isso!” Como eu já tinha pensado em falar sobre filhos que se afastam dos pais, devido algumas situações que tive conhecimento, juntei tudo e deu nisso. (rsrs)
Em relação aos nomes dos personagens, eu particularmente, tenho uma dificuldade muito grande nessa parte. Ás vezes até peço sugestões para o pessoal que lê minhas histórias. Mas geralmente pego nomes dos meus ex alunos, de antigos colegas de infância, de pessoas que conheci ou convivi em algum período da minha vida.

6-  Há algo romântico na história de “Meu Coração de Criança”?
Não sou fã de histórias românticas, porque a maioria delas carrega muito na emoção e esquece da razão, e eu acho que quando só transmitimos emoção e não levamos o leitor a pensar, acabamos não acrescentando muito na vida dele. Porém, eu sei que as pessoas sempre esperam um pouco de romantismo nas histórias, é algo que já faz parte da nossa cultura. Então quando eu percebo a necessidade de colocar um relacionamento e explorar isso, eu coloco, procurando ser racional e não desfocar a mensagem principal.

7- Quanto tempo levou para escrever o livro?
Escrevi entre Junho e Setembro de 2014. Ao mesmo tempo que escrevia, pesquisava sobre os anos 90, sobre Bungee Jumping e outros elementos que aparecem na história. Também meditava na Bíblia e falava muito com Deus sobre o que Ele queria desse projeto.

8- Como você organiza as ideias para conseguir escrever a história? Afinal, o livro tem mais de 240 páginas...
Eu faço tópicos para me indicar o começo, o meio e o fim. Marco tudo o que não posso me esquecer de colocar durante a história, porque ás vezes a gente tem uma boa ideia, mas por não colocá-la no papel, na hora de escrever acabamos esquecendo o que era. Por isso marco tudo de interessante que vejo e aprendo, durante a escrita da história vou inserindo isso.

9- Por que você escreveu sobre perdão? Você conhece muitas pessoas que nunca perdoaram?
Na verdade, eu conheço os dois lados da moeda. Tanto conheço pessoas que nunca conseguiram realmente perdoar, como conheço pessoas que através da Fé tiveram capacidade para isso. A diferença é nítida entre quem perdoa e quem não perdoa. Quem perdoa tem paz, consciência limpa, a vida não fica presa ao passado. Quem consegue perdoar, é porque entendeu que essa não é uma atitude simplesmente do coração, mas acima de tudo, uma decisão da mente, uma decisão inteligente.
Isso fica bem claro na história, escrevi para mostrar isso às pessoas. O maior benefício é para quem perdoa, mais do que para quem é perdoado. Afinal, quem não perdoa só prejudica a si mesmo.

10- Até que ponto essa ficção se aproxima da realidade?
Se aproxima bastante. O meu estilo de escrita não é o de ficção fantástica, isto é, eu não costumo falar de nada surreal. Tudo o que é narrado em minhas histórias é completamente possível de acontecer com qualquer pessoa comum, qualquer um pode se identificar.
Porém, eu não posso apenas transcrever cenas baseadas em fatos reais, tenho que adicionar muito da imaginação e da criatividade, mas faço isso sem fugir do padrão “poderia ser com você”.

11- A maioria dos escritores costumam criar personagens com nomes bem diferentes dos que costumamos encontrar no dia a dia. De onde surgiu sua inspiração para o nome desses personagens?
Como disse na pergunta 5, vem de pessoas que já convivi no passado, antigos colegas, ex alunos, etc. Não relaciono a inspiração desses nomes com as características dos personagens. Por exemplo, se crio um personagem chamado João e ele é um mau caráter, não significa que eu tenha conhecido um João que também era um mau caráter, não tem nada a ver (rsrs). Mas em geral, gosto de nomes comuns, fáceis de se guardar, nada muito extravagante. Até em relação aos nomes uso o meu padrão “poderia ser com você”.

12- Você disse que escreve desde os sete anos de idade. Quais foram suas primeiras histórias?
Aos sete anos, tive uma professora que investia muito na nossa criatividade e na produção de textos. Ela nos dava ilustrações para que criássemos histórias a partir delas. Com isso, eu criei um gosto tão grande pela escrita, que depois de brincar por um dia inteiro com meus amiguinhos, a noite eu sempre pegava um lápis e um caderno para inventar histórias por conta própria. Meus amigos eram os personagens.

Assim, em 1994, eu criei uma sequência de histórias que foram: “Chove Chuva”, “Chove Chuva 2” e “Em Busca da Tecladista” (kkk). Tenho um projeto de editar essas histórias e publicá-las para crianças.